Para Crianças

Gostoso como antigamente

Precisei trocar um brinquedo repetido e para completar o valor, achei, no fundo da loja, quase que esquecido na prateleira, o jogo Pega-varetas. Custava R$ 10,00, era o que eu precisava. Eu amava jogar e todas as crianças da minha rua também, mas não imaginei que fosse fazer sucesso lá em casa. Ledo engano. Moises e alguns amigos com os quais compartilhamos a brincadeira adoraram e quando falo em jogo é o primeiro que ele sugere (depois do videogame, claro).

Não sei por que um jogo tão simples, legal, que une, ensina e desafia foi deixado tanto de lado. Há alguns anos li em algum lugar, quando nem mãe eu era, que estudiosos da infância e pediatras criticavam o Pega-varetas por oferecer perigo às crianças devido às extremidades pontiagudas dos palitos. Nossos pais sabiam disso. E nós sobrevivemos. De qualquer forma, atualmente o brinquedo está à venda na versão plástica e as pontas um pouco arredondadas. Com isso, temos que esquecer a manobra de usar a parte fininha da vareta que já tínhamos capturado para levantar a outra.

Cada jogada das varetas é um suspense e a posição em que param pode trazer decepção ou a sensação de “já ganhou”. Taí um dos ótimos ensinamentos do jogo: toda vez que está fácil demais o jogador relaxa, não toma cuidado e põe tudo a perder.

Destreza com as mãos, concentração, matemática, paciência, lidar com a frustração e com a euforia ter raciocínio para encontrar o melhor caminho são outros ensinamentos preciosos do jogo. Mas tem um aprendizado que eu considero o mais importante: honestidade.

O jogador tem que ser verdadeiro e passar a vez quando alguma outra vareta mexe. É aí que “pega”. Na roda, dificilmente alguém admite que perdeu a vez e o disfarce entra em cena quando a falha é apontada. Malandragem também existe nesse jogo e deve-se aprender também a ficar longe dela.

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Bacana, de novo!

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No teatro com Pedro, o lobo e outros personagens

Quando as cortinas se abriram e desnudaram o lindo cenário colorido de uma floresta eu esperei ansiosa pelo momento que meus olhos se acostumassem com a escuridão para então conseguir ver a silhueta ou a sombra dos manipuladores dos bonecos. Em vão! Quase uma hora depois a peça terminou e a minha visão era a mesma do início. Não é à toa que a Cia. Imago, que adaptou a fábula musical Pedro e o Lobo, recebeu prêmio de melhor iluminação, entre outros reconhecimentos.

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Visitando a Mata Santa Genebra

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Alguém viu a bola?

Sou fã de livros infantis, mas um em especial fala demais ao meu coração. Alguém viu a bola? é de uma delicadeza, de uma leveza, de uma sensibilidade e brinca tanto com a imaginação que o considero uma verdadeira obra-prima.

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Show de brincadeiras

A cada lançamento o grupo Palavra Cantada se supera. Quem tem criança em casa e curte música de qualidade sabe do que estou falando. O último trabalho do grupo, Palavra Cantada em 3D, disponível no mercado em DVD e Blu-Ray desde dezembro, é um convite, inclusive aos adultos, para ficar na frente da TV. Mas não parado!

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Vamos passear no bosque?

Lugar cheio de encanto, vida e natureza. Embora o Bosque dos Jequitibás, em Campinas, precise receber mais atenção e investimentos da administração municipal, permanece como uma grande atração para adultos e crianças. Essa grande porção de mata nativa em plena região central da cidade oferece vivências ímpares para a meninada.

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Os pequenos príncipes. E princesas

É muito interessante vislumbrar como teatro envolve uma criança. Por mais simples que seja o cenário e embora estejam dezenas de coleguinhas a sua volta, ela se concentra, fixa o olhar e mergulha na história como se esperasse a sua vez de entrar em cena.

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Passeio pela Catedral

Fazer turismo em Salvador, Ouro Preto, Rio de Janeiro, São Paulo e em outras capitais brasileiras e do mundo sempre inclui visita a pelo menos uma igreja histórica, não é? Campinas também tem a sua, a Catedral Metropolitana – maravilhosa, diga-se de passagem –, e assim como quando viajamos com os filhos pelas capitais, não deveríamos ponderar se igreja é ou não é um bom lugar para passear com os filhos. A visita está no roteiro e pronto.

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Dica de passeio: No volante do caminhão dos bombeiros

Nos meus tempos de repórter da seção policial conheci mais a fundo a corporação dos Bombeiros de Campinas e aprendi a admirar o trabalho desses profissionais. O soldado Coragem – no nome e na atitude –, hoje aposentado, certa vez me incentivou a levar meu filho Moises, então com 2 anos, a conhecer as viaturas vermelhas de perto. Quando chegamos ao pátio seus olhinhos brilharam e ele mal sabia onde focar. Enquanto não entrou em todas, desde o fusca vermelho até o caminhão gigante, não sossegou.

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