Lago do Café

O  Lago do Café é um importante espaço de lazer e de preservação da história da cidade, instalado na antiga Fazenda Taquaral, que deu origem ao bairro e remonta a história da formação do município. Está instalado no Lago do Café, remanescente da antiga sesmaria de Barreto Leme, que depois se tornou a Fazenda Taquaral e na década de 1940 a 1990 abrigou o Instituto Brasileiro do Café. Seu casarão, datado de 1972, é réplica da sede da Fazenda.

Hoje, funciona no local o Museu do Café, criado em 1996, tematiza a importância da economia cafeeira no desenvolvimento regional, sua influência sobre o perfil da população, seus modos de vida e trabalho.

Com arquitetura imponente em concreto e vidro, e cercada por espelho d’água, também funciona no espaço a Casa de Vidro, novo centro multicultural de Campinas. O espaço de 1,5 mil metros quadrados construído na década de 1970. O prédio foi revitalizado em 2016 pelo evento de arquitetura e decoração Campinas Decor e agora foi transformado para receber múltiplas atividades culturais. O espaço abrigará manifestações de dança, exibições de filmes e documentários, debates, artes visuais e exposições temáticas.

O prédio, sede do antigo Instituto Brasileiro do Café, foi desenhado pelo arquiteto Roberto José Goulart Tibau (1924-2003) e tem grande influência de Le Corbusier, arquiteto franco-suíço estudado nas escolas de arquitetura brasileiras nas décadas de 1950 e 60. Nas linhas e traçados nota-se a monumentalidade do concreto armado, bem ao estilo brutalista, e a leveza das paredes externas de vidro que proporciona uma bela visão do Lago do Café.

O espaço já foi sede da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo de Campinas (1994 a 2002), e do Arquivo Municipal (2002 e 2016).

História

O área do Lago do Café é remanescente da antiga sesmaria de Francisco Barreto Leme, fundador oficial de Campinas, na época Freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Campinas do Mato Grosso, em 1774, nome que deu origem à cidade. Como sesmaria, esta área foi produtora e fornecedora de milho, feijão, cana-de-açúcar e aguardente aos tropeiros que seguiam pela Estrada dos Goiáses rumo as minas de ouro de Goiás e de Mato Grosso.

No final do século XVIII, estas terras se voltariam para a produção de açúcar e, em meados do século XIX, para a produção de café, integrando-se a então Fazenda Taquaral a um processo produtivo que em pouco tempo transformaria toda a história do Estado de São Paulo. Já na década de 1940, a crise cafeeira levaria a incorporação de parte da Fazenda Taquaral ao poder da União, e, mais particularmente, ao Instituto Brasileiro do Café (IBC), permanecendo estas terras por cerca de 50 anos com a função de pesquisas agrícolas.

No início da década de 1990, a extinção do IBC permitiu um novo repasse, na forma de doação (inicialmente em regime de comodato e posteriormente em caráter definitivo) para o Poder Público Municipal, sendo constituído somente em 1992, o Lago do Café como um espaço de memória e lazer da cidade.

Tel.: (19) 3705-8000

Aberto agora

Sáb: das 06:00 as 18:00

Endereço: Avenida Doutor Heitor Penteado, 2145, Parque Taquaral

Bom para: Todas as idades

Por região: Taquaral

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